Inseguranças nossas de cada dia

Meu pai sempre me disse para eu acreditar em mim mesma antes de tudo, e esse conselho sempre vinha seguido da passagem “nunca deixe que lhe digam que não vale a pena acreditar no sonho que se tem, ou que seus planos nunca vão dar certo, ou que você nunca vai ser alguém”. Ah, Renato Russo! Acredito que muitas pessoas fizeram dessa passagem um conselho para alguém. Concordo em número, gênero e grau com essas palavras, mas atire a primeira pedra quem nunca se sentiu inseguro. Muitas pessoas desistem de seus sonhos por insegurança, por medo do desconhecido. Um escritor, por exemplo, em sua maioria, sente uma insegurança em compartilhar as suas obras, pois enquanto os seus amigos acharem legal o que você escreve, beleza! A autoestima sobe 1.437.256m do chão – acredito que seja uma distância bem alta, porque tem milhão na casa decimal. Desde já, peço desculpa a matemática e a física, e minha justificativa é de que sou de humanas -. A questão é que quando uma crítica está em jogo, quando uma opinião de um desconhecido agrega valor para o seu trabalho, aí as coisas se complicam um pouco. Se complicam porque temos medo. Se complicam porque somos inseguros. Mas é aí que a outra parte da música de Legião Urbana entra, para reforçar a primeira ideia: “quem acredita sempre alcança”. Sim, é verdade. Confie em si mesmo! – ops, mais uma parte da música colocada propositalmente -. Quem acredita sempre alcança. Acredite em si mesmo, na sua capacidade. Sim, você pode ganhar o mundo! Você é extraordinário. Sempre existirá o desconhecido, mas são os conhecidos que te darão forças para continuar. Sei que é meio difícil não ser inseguro em algumas situações, eu principalmente sou insegura quase 90% das vezes. – ta bom, 89,9% -. Mas deixo aqui um conselho no qual estou levando como um lema da vida: “Não deixe que uma crítica destrua os seus sonhos. Não deixe que o desconhecido faça o desistir de algo em que acredita. Acredite em si mesmo. Você é capaz. Mostre para os críticos o quão extraordinário és é, consequentemente, o desconhecido se tornará aquela agradável visita, que de vez em quando, vem tomar um cafezinho em sua casa”.

Larissa Lisboa.

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