Ela, a areia e a brisa

Sentou na areia

Com os cabelos aos ventos,

Respirou fundo

Suplicando em silêncio 

Por calmaria.

A mesma brisa 

Que a refrescava,

Levava com ela

As suas angústias 

E os seus pensamentos.

Entrou no mar

Na tentativa de purificar o seu corpo

Com o sal das águas do oceano

E cortar todo o açúcar 

Que um amor doce

Deixou em seu coração.

Mergulhou,

Afundou e nadou,

Mas não no mar,

E sim nas lágrimas 

Que escorriam dos seus olhos 

Dando um caldo em sua alma

E transbordando a sua essência.

Saiu do mar 

E foi para casa.

Agora eram apenas ela, 

A areia e a brisa.
Larissa Lisboa.

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