Dias de chuva

Sempre gostei da chuva

Do cheiro de terra que exala,

Da calmaria que desperta,

E da melancolia que em mim

Se instala.

A chuva que cai fraca

Ou intensa,

Na medida certa

Do sofrimento da minha alma

Que soluça em prantos,

E acha que o rosto

É pouco espaço para se manifestar,

E que as nuvens

São extensões dos meus olhos

Que se transbordam em chuva,

Representando as minhas lágrimas.

Ah, dias de chuva

São tão necessários!

Obrigado por existir,

Por se manifestar em mim,

E me convencer 

De que depois sol vai nascer

Para todos.

Larissa Lisboa.

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